Lenine – Falange Canibal (2002)

Em março de 2002, quando lançou o terceiro álbum solo de estúdio, Falange canibal, Lenine explicou, em texto escrito para o encarte da edição em CD, que o título do disco era fruto de memória afetiva que o remetia a grupo de agitadores culturais que, no fim dos anos 1980, se reuniam semanalmente em bar do bairro carioca da Lapa para devorar música, poesia e teatro. Lenine também frequentava esse efervescente point cultural carioca quando ainda era (quase) mais um na multidão de cantores e compositores em busca de visibilidade no vasto (mas de acesso restrito) mundo da música. […] De todos os cantores e compositores projetados na música pop brasileira dos anos 1990, Osvaldo Lenine Macedo Pimentel foi o que demorou mais tempo para ser efetivamente notado pelo público, diferentemente dos contemporâneos Chico César (voz vinda da Paraíba) e Zeca Baleiro (de origem maranhense), ambos popularizados logo nos respectivos primeiros álbuns. Lenine precisou esperar uma década para começar a ser (paulatinamente) ouvido.

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