Depeche Mode – Playing the Angel (2005)

Depeche Mode é uma banda inglesa fundada em 1980. A formação original do grupo consistia em Dave Gahan (vocal principal), Martin Gore (teclados, guitarra, vocalista), Andy Fletcher (teclados) e Vince Clarke (teclados, compositor principal de 1980 até 1981) com variações ao longo dos anos. Idolatrada por muitos, desde o início em Basildon / Essex, o Depeche Mode está na ativa deixando sua marca musical há mais de 30 anos.

Playing the Angel é o décimo primeiro álbum do grupo e o primeiro com Dave Gahan como vocalista e co-autor. O título foi retirado da canção que fecha o disco, The Darkest Star. Para os fãs do estilo, o álbum pode ser considerando um dos trabalhos mais orgânicos em virtude de, nele, haverem sido usados MAIS sintetizadores analógicos do que digitais. Além disso, a maioria dos arranjos estão mais simples e polidos do que em muitos dos trabalhos anteriores. Alguns fatos curiosos do processo de gravação do disco dizem respeito a 1) acredita-se, que o desenho da capa (arte de Anton Corbijn) seja uma referência a uma famosa fotografia de Robert Smith, do The Cure, sobre a canção Boys Don’t Cry; 2) em meados de 2005, o vídeo inacabado de Precious vazou na rede. Acredita-se que o “vazamento” tenha sido causado pelo site da equipe de produção contratada para a fazer o vídeo como uma estratégia de marketing. Não importa! Como, primeiro single, Precious bebe na mesma fonte de Enjoy the Silence. Lenta, mas com linhas de sintetizadores cujo efeito pode ser ácido para alguns, mas cheia de beleza para outros.

O disco, porém, não se resume à Precious. Tudo o que os fãs esperam está aqui: melodias estranhas; letras, que versam sobre as contradições humanas como psicologia e religião, ética e legalidade, política e filosofia, etc e tal. O triou passou sua vida toda realizando trocas com sua audiência, mas os tempos mudaram e se tornaram uma banda adulta que faz música contemporânea para um público extremamente heterogêneo. Então, podemos entender que sua missão hoje é mais difícil do que foi no passado. Mas eles não decepcionaram com este disco. Em alguns momentos, pode até se tornar repetitivo, mas de um jeito mais refinado e consciente.

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